Seguro para eletrônicos portáteis ganha espaço no mercado

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Os números das vendas de aparelhos eletrônicos portáteis, como tablets, notebooks, smartphones e câmeras filmadoras e fotográficas têm batido recordes atrás de recordes nos últimos anos.
De acordo com pesquisa da Consultoria IDC, as vendas de equipamentos portáteis em todo o país devem atingir R$ 28 bilhões ao longo de 2013. Em 2012, o consumo desses itens cresceu 171% em relação ao ano anterior.
 
Contudo, a popularização desses equipamentos tende também a atrair as atenções de ladrões. Outro fator importante a ser destacado como possível revés a quem os adquire é a fragilidade dos objetos relacionada a danos causados por curtos-circuitos, raios e impactos, por exemplo.
Pensando nas diversas hipóteses de prejuízos, consumidores e seguradoras têm estreitado relações para garantir o mínimo de dor de cabeça possível nos casos de situações adversas.
 
De acordo com Nilton Dias, diretor comercial da Seguralta, maior rede de franquias no mercado de seguros do país, os seguros para eletrônicos surgem como alternativa para gerar tranquilidade ao consumidor. “O seguro contribui até mesmo no modo como os produtos são utilizados.
Muitas pessoas os utilizam com excesso de zelo, com medo exacerbado de que aconteça algo, inclusive deixando de usá-los em público. Com um seguro, o consumidor tende a usufruir da praticidade e tecnologia plenamente a todo instante”, alega.
 
Os valores dos seguros costumam variar entre 12% e 15% sobre o valor total do produto descrito em nota fiscal. Abaixo, seguem alguns exemplos:
 
Notebook de R$ 2 mil: tem seguro médio de R$ 298 / ano;
 
Tablet de R$ 1,7 mil: tem seguro médio de R$ 260 / ano;
 
Smartphone de R$ 1,5 mil: tem seguro médio de R$ 266 / ano;
 

Câmera fotográfica de R$ 3,5 mil: tem seguro médio de R$ 306 / ano